Artigo de Guilherme André
28-01-2020

A categoria de Moto3 é a porta de entrada para o mundial de motociclismo. Esta é dominada por jovens pilotos que pretendem vingar no mundo das duas rodas, mas também a rampa de lançamento para potenciais equipas. Mas afinal, quanto custa ter uma equipa em Moto3? O meio online speedweek.com fez as contas e chegou a um valor. Em média, utilizando material da KTM, uma equipa composta por um piloto necessita de 245 mil euros por ano para poder competir.

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Decompondo este valor, a maior fatia é entregue ao próprio piloto. Segundo os dados, 180 mil euros são destinados a quem conduz a moto. Quanto a este número, não ficou estipulado se foi incluída a despesa com os mecânicos. O restante dinheiro é dividido pelas outras vertentes de uma moto. Assim, 85 mil euros pagam o chassis, enquanto 80 mil euros são gastos em peças de reposição. Os últimos 20 mil euros são apenas para motores utilizados em testes. 

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Dorna e IRTA ajudam a cobrir a despesa de Moto3

Algo que fica fora das despesas são os motores de competição, isto porque são cobertos pela Dorna e IRTA. Caso isso não acontecesse, seriam necessários mais 60 mil euros. Por fim, não se sabe se estes valores estipulados pela speedweek já incluem as viagens e toda a logística. Ou seja, facilmente ultrapassaria os 250 mil euros. Este valor é “banal” para equipas de maior gabarito, contudo, para as que têm o dinheiro contado muitas das vezes são os patrocínios dos próprios pilotos que ajudam a completar o orçamento.

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