Artigo de Guilherme André
05-05-2020

Tal como tinha acontecido em março, com uma queda superior a 50%, o mercado automóvel nacional voltou a ressentir-se em abril. Devido às medidas adotadas no estado de emergência, ou seja, proibição de vendas presenciais obrigando a recorrer a soluções online, registou-se uma perda histórica. Em abril de 2020 foram matriculados 3803 veículos, algo que representa menos 84,6% do que em igual mês do ano anterior. Deste número, 2749 são viaturas ligeiras de passageiros que registou uma queda ainda superior (-87%).

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Passando para marcas, relativamente a ligeiros de passageiros, a Peugeot foi quem mais vendeu com 332 unidades. A título de curiosidade, em abril de 2020 a marca francesa do Grupo PSA matriculou 2510 veículos. No segundo lugar surge a Mercedes-Benz com 311 exemplares. A fechar o pódio está a BMW que vendeu 264 automóveis. O mês foi de tal maneira negativo que, ao analisar a tabela fornecida pela ACAP, percebemos que apenas 13 marcas conseguiram matricular mais de 100 veículos ligeiros de passageiros.

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Mercado automóvel ressentiu-se em toda a Europa

“Nem em fevereiro de 2012, em plena crise financeira internacional, com uma descida histórica de 52,3%, o mercado caiu tanto num único mês, como no passado mês de março e em abril de 2020”, menciona a ACAP. Infelizmente, estas perdas também se registam pelo resto da Europa. Em alguns países as perdas foram ainda mais vertiginosas. Em Itália, a Automotive News avança que pode ter vendido menos 98% face ao mesmo mês de 2019, enquanto em Espanha pode rondar os 96%.

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