Artigo de Guilherme André
18-03-2020

Para falar do Mercedes-Benz 190E Evolution II, temos de fazer uma contextualização histórica. Isto porque, este modelo foi o último desportivo fabricado pela marca alemã. Apenas em 1990 é que a Mercedes-Benz e a AMG assinaram um acordo de cooperação, onde os veículos preparados pela AMG passaram a ser vendidos pela Mercedes. Curiosamente, o Evolution II “nasce” igualmente em 1990 e assume-se como o veículo da transição.

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Como o nome indica, estamos perante a evolução do 190E 2.3-16. Mais se acrescenta que foi criado para cumprir as normas e regulamentos necessários para competir em DTM. Um dos pontos requeridos era a produção de, pelo menos, 500 unidades homologadas para estrada. Ora, no total, foram conhecidos 502 Mercedes-Benz 190E Evolution II, ou seja, dever cumprido. No exterior, era bem diferente do comum 190. Desde o kit exterior que dava um ar agressivo e desportivo, até à asa traseira de grandes dimensões. No total, eram mais 21 kg de downforce na dianteira e 57 kg na traseira face ao anterior Evolution I.

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Mercedes-Benz 190E Evolution II chegava aos 235 cavalos

Debaixo do capot, o 190E Evolution II tinha o quatro cilindros em linha 2,5 litros. Este chegava aos 235 cavalos na homologação de estrada. Em suma, os 502 proprietários destes veículos compraram um autêntico carro de DTM, utilizava os mesmos componentes, mas com uma afinação mais “soft” para poder circular em estrada. Foi de tal maneira uma máquina desportiva que se tornou num ícone valioso cada vez mais raro e dispendioso.

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