Artigo de Equipa Automundo
24-11-2021

São um prazer e um desafio em igual medida. As curvas oferecem aos condutores a oportunidade de testar as suas capacidades de condução, mas também podem ser um desafio, devido à inércia causada pelo controlo do veículo. Seguindo alguns passos simples, é possível mantê-los sob controlo. Para ajudar os condutores, a Seat agrupou sete dicas para se fazer a curva perfeita e de forma eficaz.

1. Atenção, curvas à frente

Para enfrentar todas as voltas e reviravoltas, é preciso primeiro saber como vai ser a estrada. A antecipação é essencial, por isso é preciso olhar em frente, tanto quanto possível, a fim de se poder adaptar a ela.

2. A sinalização é fundamental

Não só os avisos prévios que indicam a direção da curva, mas também o quanto temos de abrandar em relação à velocidade na estrada. Um sinal pode exigir que abrande entre 15 e 30 km/h, outro de 30 e 45 km/h e ainda outros a mais de 45 km/h.

3. Antes da curva

Se for necessária fazer uma travagem ou uma redução, o tempo para o fazer é antes de entrar na curva. “Quando as rodas do carro ainda estão direitas é quando se tem a maior estabilidade”, explica Ángel Suárez, da Seat.

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4. Uma curva, várias considerações

A velocidade e a travagem devem ser adaptadas às condições em qualquer momento. Não se faz uma curva da mesma forma num dia de sol, num dia de chuva ou de gelo. Nem será o mesmo quando há nevoeiro ou durante a noite.

5. O caminho mais eficaz

Para minimizar ao máximo as curvas, é importante aproveitar ao máximo o espaço na faixa, colando-se no exterior da curva para tomar o ângulo mais amplo possível. “Nas curvas à esquerda, isto também nos dará melhor visibilidade” explica Ángel Suárez. À medida que o veículo entra na curva, o condutor vai aproximando-se da aresta interior. E cuidado para não sair da faixa de rodagem. “Estes tipos de estradas secundárias tendem a ser estreitas. Neste caso, o sistema de aviso de saída da faixa de rodagem será de grande ajuda”, diz ele.

6 .Controlo ao volante

As suas mãos devem estar sempre corretamente posicionadas no volante, por analogia com os ponteiros do relógio, às 10h10. Ainda mais quando faz uma curva, pois de outra forma pode dificultar a correção da sua trajetória. “A chave é rodar o volante progressivamente, sem movimentos bruscos, mantendo uma velocidade constante” aconselha Ángel Suárez.

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7. Acelerando a partir de uma curva

Uma vez completada a curva, quando as rodas estiverem novamente em linha reta, a aceleração ajudar-nos-á a sair com a máxima estabilidade e a preparar-nos para a próxima curva. “Aqui, como em todas as fases da curva, a suavidade deve ser uma premissa básica. Agora só falta desfrutar do passeio e da paisagem” encoraja Ángel Suárez.

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