Artigo de Hugo
15-03-2020

O turismo é um dos setores mais afetados pelo coronavírus e muitas viagens estão a ser desmarcadas. As autoridades de saúde desaconselham fortemente a viagem para cinco destinos. E muitos países já proibiram as viagens para esses locais. Estamos a falar da China, Coreia do Sul, Japão, Irão e Itália. Tudo devido ao número elevado de casos de doentes.

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Investigadores da Universidade de Oxford, da Universidade de Toronto e da Escola de Medicina e Higiene Tropical de Londres publicaram estudos há algumas semanas sobre os locais mais vulneráveis ??a novas infeções por coronavírus. A conclusão foi que cidades no leste e no sudeste da Ásia estavam em maior risco imediato.

Propagação galopante em cinco destinos

Foram indicados os destinos, para além da China, onde o surto poderia ter maiores proporções a breve prazo. Japão, Singapura e Coreia do Sul lideravam. E, de facto, temos assistido à propagação galopante nestes três países. Também foram referidos Itália e Irão e mais uma vez, os investigadores pareciam estar certos.

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O Irão é mesmo uma enorme preocupação. Estes investigadores descobriram que nesse país haverá provavelmente milhares de casos a mais do que tem sido relatado. E previram que podemos esperar surtos de pessoas que voltam do Irão na Turquia, Emirados Árabes Unidos, Iraque, Catar e Geórgia. Na Europa, os países em maior risco de importarem casos do Irão são Itália, Alemanha e França.

Deve viajar ou não durante o surto de coronavírus

Está na dúvida se deve ou não viajar para um destino internacional? Existem uma série de questões que tem de pensar para responder à questão. Em primeiro lugar, qual é o risco de contrair uma infeção grave. Obviamente que isso é subjetivo, mas existem números que podem ser bons indicadores. Os especialistas garantem que 81% das pessoas infetadas com Covid-19 sofrem infeção leve. 14% são casos graves, com sintomas como falta de ar e problemas nos pulmões. 5% são considerados críticos, com os doentes a entrarem em insuficiência respiratória, choque séptico ou falência de múltiplos órgãos. Há ainda a questão da idade. A esmagadora maioria dos casos graves apareceu em pessoas com mais de 50 anos. E muitos afetam pessoas que já tinham problemas respiratórios.

Como nos devemos proteger quando viajamos?

Um erro comum em muitas pessoas tem sido o uso de máscaras como forma de prevenção. As máscaras apenas devem ser usadas por quem está infetado ou com suspeitas de estar infetado. Não servem de proteção para quem ainda não contraiu o vírus. A melhor forma de proteção é lavar as mãos, tapar a mão com o cotovelo quando tossimos e evitar colocar as mãos na cara. E ainda mantermo-nos alerta em relação às informações que vão sendo divulgadas pelas autoridades de saúde.

Vazio legal a respeito do cancelamento de viagens

Há ainda a questão financeira relacionada com a desistência de viagens. Se estiver a planear uma viagem de avião, tenha atenção à política de cancelamento de bilhetes. E talvez não seja má ideia gastar um pouco mais de dinheiro para ter uma tarifa flexível.

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No entanto, não está previsto que epidemias como o Covid-19 permitam a devolução do dinheiro. O que está a acontecer com grande parte das companhias áreas é uma maior flexibilidade para que se possa trocar o destino e a data das viagens. Tem ainda acontecido muitos casos em que são as companhias aéreas a cancelar os voos e a informar todos os passageiros afetados. A Deco indica que, caso o viajante seja avisado com duas semanas de antecedência até à data do voo, não há direito a indemnização.

Os exemplos da TAP e da SATA

Entre 8 de março e 31 de março a TAP permite reagendar viagens, sem pagamento de taxa de alteração. Esta medida aplica-se a todos os voos TAP e a qualquer data de viagem, com exceção da tarifa Discount. É preciso apenas que os passageiros façam o pedido com pelo menos três semanas de antecedência em relação à data do primeiro voo. A companhia aérea portuguesa indica que “não é possível o reagendamento de voo com taxa de alteração gratuita em bilhetes emitidos da tarifa tap|discount”.

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O grupo açoriano Sata seguiu o mesmo exemplo. Face aos constrangimentos causados pelo novo coronavírus, são permitidas alterações de reservas de voos nas suas companhias aéreas sem penalização. Desde que efetuadas até 16 de Março. Estas alterações sem pagamento extra são válidas para reservas feitas até 6 de março. Os passageiros terão de escolher novas datas para o voo a partir de 31 de maio. A mudança da reserva deve ser efetuada até 16 de Março. Após esta data, a situação será reavaliada.

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