Artigo de João Isaac
14-06-2019

Apesar do automóvel ser o meio de transporte mais usado para as viagens de média e longa duração na Europa, o conceito de partilha não é uma prática muito comum. Nesse sentido, são cada vez mais os serviços que permitem a partilha de um veículo. Esta é uma solução ideal para quem tenha o mesmo trajeto ou destino, poupando dinheiro. Um argumento adicional da partilha de carro é a interação com outras pessoas.

Carpooling ou carsharing?

O conceito de carpooling aplica-se quando um condutor se regista numa plataforma e se oferece para partilhar o seu carro. É facultado o ponto de partida e o destino, bem como o custo da viagem. Através de uma aplicação, os utilizadores podem assim aceitar o trajeto e pagar a viagem, partilhando o automóvel com o proprietário.

Para trajetos curtos, o carsharing é uma excelente opção. Ao contrário do carpooling, aqui o carro pertence à empresa prestadora do serviço. Esta possui uma frota cuja tarifa de utilização depende, normalmente, do tempo de utilização. A desvantagem é que este serviço está quase sempre limitado aos centros urbanos. Assim, não é a melhor solução para quem, diariamente, viaja entre os subúrbios e o trabalho, na cidade.

Atualmente, o transporte privado é o serviço de mobilidade mais conhecido. Recorrem à geolocalização para levarem até ao utilizador um veículo descaraterizado conduzido por um motorista licenciado. O passageiro sabe qual o veículo que o vai buscar, bem como o preço antes de solicitar o serviço. É ideal para trajetos urbanos curtos que podem, normalmente, ser divididos com outros utilizadores.

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Também o conceito de aluguer de carros sofreu uma revolução. São vários os serviços que podem ser acedidos através de uma aplicação que facilita o acesso a uma viatura de aluguer. As próprias empresas incentivam os seus clientes a promoverem a partilha da viatura, partilhando custos de combustível e portagens, por exemplo. Neste âmbito, outras empresas permitem o registo de veículos particulares para que outras pessoas o utilizem quando o proprietário não necessita.

Por fim, a opção mais convencional mas que faz ainda todo o sentido. O “passa a palavra”, seja em ambiente de convívio ou trabalho ou ainda em fóruns da especialidade. Desta forma, oferece-se a possibilidade de se partilhar o carro com outras pessoas que façam diariamente o mesmo percurso.

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