Artigo de Guilherme André
28-02-2020

Numa altura em que começam a existir cidades a proibir veículos a combustão, a ofensiva elétrica arranca em força. Agora, surge o Citroën Ami 100% ëlectric, uma proposta que se caracteriza por pequena, funcional e barata. Em primeiro lugar, não é preciso carta para o conduzir, basta ter a licença de condução B1, ou seja, a mesma para conduzir motos de 50 cc, algo que se pode adquirir logo aos 16 anos.

É possível comprar e receber um Citroën Ami sem sair de casa

Perante tais características dá para perceber que o Citroën Ami pretende chamar os jovens. Em França custa 6900 euros, um preço que deve aumentar ligeiramente em Portugal. Mas mais interessante ainda é a previsão de ser vendido em lojas como a Fnac ou a Worten. De um modo geral, é mais fácil ver um jovem neste tipo de lojas do que num stand convencional.

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Para além disso, a marca gaulesa lançou um novo serviço de comercialização online e simplificado. Pode configurar o Ami a seu gosto sentado na sala e um técnico, denominado product genius, entrega-o em casa. Se não for do interesse adquirir um Citroën Ami, vai existir a possibilidade de alugar. Em França a mensalidade é de 19,99€, enquanto em Portugal a Citroën ainda continua em negociações com algumas entidades.

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Elétrico ultracompacto tem 70 km de autonomia

Passando a características, o Ami tem capacidade para percorrer até 70 km com um carregamento, algo que permite, por exemplo, ir da periferia ao centro de Lisboa e voltar sem problemas de maior. Sendo ultracompacto não é de estranhar que tenha apenas dois lugar e 2,41 m de comprimento. No que toca a tecnologia voltamos a perceber que está focado em agradar os mais jovens.

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Isto porque apresenta várias “modernices” como conectividade ao smartphone com o Android Auto ou Apple CarPlay. Mais se acrescenta a possibilidade de controlar a carga da bateria através da aplicação My Citroën. Por fim, o carregamento demora três horas numa tomada de casa. Em suma, a marca francesa apresentou uma solução simples, barata, funcional e a pensar na mobilidade urbana. Será este um rival à altura da “praga” das trotinetas no centro das cidades?

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