Artigo de João Isaac
18-12-2019

A Fiat Chrysler Automobiles e o Groupe PSA confirmam a assinatura de um memorando de entendimento que visa a fusão 50/50 das suas atividades. Nasce assim o quarto maior construtor mundial em termos de volume e o terceiro maior em termos de negócio. Esta fusão permitirá criar um líder industrial para aproveitar, com sucesso, as oportunidades da nova era de mobilidade sustentável.

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Esta combinação vai resultar num volume de vendas anual de 8,7 milhões de veículos, com um volume de negócios de aproximadamente 170 mil milhões de euros, um resultado operacional corrente superior a 11 mil milhões de euros e uma margem de lucro operacional de 6,6% considerando os agregados de 2018.

PSA e FCA com portfólio de modelos abrangente

A entidade conjunta vai ter uma presença global, assente num portfólio de marcas icónico e complementar que vai igualmente cobrir todos os principais segmentos de mercado. Dos veículos de luxo, premium, e veículos de passageiros mainstream, passando pelos obrigatórios SUV, comerciais e pesados. Mais de dois terços dos volumes vão estar concentrados em duas plataformas, com aproximadamente 3 milhões de viaturas por ano em cada uma, a pequena e a compacta/média. Também as receitas vão passar a ser geograficamente mais equilibradas.

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A união da FCA e da PSA junta, igualmente, dois nomes icónicos da história do automóvel. De um lado, a família Agnelli, liderada por John Elkann, e do outro a família Peugeot. O português Carlos Tavares vai ser o CEO da nova entidade e Elkann será o presidente do Conselho de Administração.

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